quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Quando um Homem é Homem ( Mclintock! )




Michael Wayne (1934-2003) era o filho mais velho de John Wayne, fez faculdade; mas a sua vontade era trabalhar na empresa do pai, a Batjac, que enveredou em 1961 e teve o seu primeiro trabalho como produtor de maneira relevante  em "Quando Um Homem é Homem", que contou também com o roteirista preferido de John Wayne, Edward James Grant. É um bom filme, com ação e humor na medida certa, só que com uma história facilmente esquecível. O fato de não ter atores canastrões contribui muito.

Mclintock( John Wayne) é quem praticamente manda na cidade, com todos os seus habitantes o encarando  como uma autoridade. Se um dos focos era esse, seria coeso o roteirista Edward James Grant ter dado
um foco mais tridimensional já que iria fazer muito bem ao filme. É uma película que tem basicamente uma estrutura unidimensional. Embora essa escolha não estrague a qualidade, de certa forma tira um
pouco da ambição que a película poderia ter tido.
Na época foi vendido como o filme com maior número de dublê usado em uma cena. O filme estreou em novembro de 1963, mês em que John Kennedy morreu e que não se falava em outra coisa, só que aparentemente a bilheteria não foi prejudicada em virtude disso.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Sorte de Verdade (The Lucky Texan)





O diretor norte-americano Robert N. Bradbury dirigiu 93 filmes sem contar os curtas metragens. "Sorte de Verdade" também contou com a produção de Paul Malvern que produziu 92 filmes entre 1929 a 1950 e começou na indústria bem por baixo, como dublê de filmes mudos.  A Lone Star era uma das várias produtoras independentes que existiam na época e seus filmes foram uma das fontes de renda do jovem John Wayne,  até se firmar como astro em "No Tempo das Diligências"(1939) de John Ford. O desenvolvimento dos personagens é um pouco superficial, o que se destaca são as cenas de ação, todas muito bem filmadas e planejadas. Na história, acompanhamos a chegada de Jerry Manson(John Wayne), que decidi morar com um velho conhecido seu desde a infância, Jake Benson(interpretado por George "Gabby" Hayes que na época estava na faixa dos 40 anos e interpretou um senhor de idade. Dá facilmente para o expectador reconhecer que o ator é bem mais jovem que o personagem).
 
Robert N. Bradbury, como realizador, tenta embutir muita ação só que as cenas de romance não tem uma boa sintonia fazendo com que essa parte da história não fique na memoria. A atriz Barbara Sheldon faz um bom trabalho nos convencendo na incorporação da personagem Betty Benson. Esse foi seu único filme como atriz que antes fez curtas metragens e figuração, depois disso teve o azar de não conseguir mais papeis e se retirou da indústria.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Curiosidades sobre Um Tira da Pesada






Inicialmente teria Mickey Rourke como protagonista, só que os atrasos em finalizar o roteiro e na época, ele sendo um ator requisitado fez com que ele desistisse do papel. A produção chegou a pagar 400 mil dólares apenas para que ele não desistisse de protagonizar o filme enquanto finalizavam o roteiro .

Sylvester Stallone passou um bom tempo envolvido no projeto. Inicialmente seria o protagonista e fez várias alterações no roteiro para que ficassem do seu agrado. Só que, quando a Paramount leu o script seria um filme  com orçamento de 20 milhões. Era uma verba que o estúdio não queria pagar,então tentaram arrumar um jeito de desligar Stallone da produção.
 
A primeira cena do filme foi a primeira cena gravada.
 
Foi o primeiro filme de Gilbert Hill, que na época trabalhava no departamento de polícia e não tinha objetivo em ser ator. O diretor Martin Brest o conheceu quando visitava locações e percebeu que ele
tinha uma fisionomia diferente, uma espécie de Eddie Murphy envelhecido.

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Criando a mitologia de Frankenstein




Mary Shelley nasceu em Londres no dia 30 de agosto de 1797 e teve como principal inspirações literária, seus próprios pais que eram escritores de renome. Seu pai tinha mais reconhecimento pelo seu trabalho no século 18, mas continuou mantendo uma boa posição até o nascimento da sua filha. Mary Shelley morreu de um tumor cerebral no ano de 1851 e talvez não tivesse ideia do impacto cultural que sua obra teria no mundo. Desde criança ela gostava de escrever e tinha isso como o hobby de infância. O britânico James Wallack (1794-1864) foi um dos primeiros atores a encenar o monstro, sua performance foi vista por Mary Shelley na Englis Opera House em Londres no ano 1823 e aprovada com louvor. Só que o primeiro ator que daria vida cinematográfica ao monstro seria o norte-americano Charles Ogle (1865-1940).  Dono de uma extensa filmografia de 325 filmes o ator americano não ficaria tão conhecido, até quando o alemão Max Schrek
(1879-1936)  ganhou um filme inspirado na sua vida. "A Sombra do Vampiro" (2000) é uma homenagem de Tim Burton no filme "Batman - O Retorno (1992) dando o nome do ator a um dos personagens do filme,  só que a pessoa que se consagraria no papel seria justamente um britânico chamado William Henry Pratt cujo nome artístico era Boris Karloff. 



O ator fez dezenas de filmes mas aparentemente não conseguia se sustentar em cima só disso. Passou um bom tempo sendo um ator freelance até Frankenstein(1931). Com a crise econômica iniciada em 1929 os norte-americanos iam ao cinema atrás de um lado mais sombrio da vida. Isso fez com que o filme do diretor britânico James Whale fosse muito bem recebido tanto pelo público quanto pela critica. E como tudo que dá dinheiro gera continuações,  de 1931 até 1948 a Universal produziu 8 filmes sobre Frankenstein. Com o sucesso do primeiro Frankenstein da Universal, o estúdio deu controle criativo a Boris Karloff "No Filho de Frankenstein"(1939).Acredito que a melhor adaptação da obra tenha sido "Frankentein de Mary Shelley"(1994) dirigido pelo britânico Kenneth Branagh onde tem direção de arte e condução do drama esplendorosamente.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Onde Nenhum Homem Jamais Esteve (Where No Man Has Gone Before)


Dirigido pelo diretor norte-americano James Goldstone (1931-1999) que tem 56 créditos como diretor , esse novo piloto teve como principal desafio tenta demonstrar que se podia fazer uma série de ficção científica barata já que os executivos da NBC acreditavam que uma série dessa escala não conseguiria sair barato . Perdidos no Espaço ( 1965-1968) teve o episodio mais caro produzido para uma rede de televisão até aquela data , Galática - Astronave de Combate (1978) teve uma boa percentagem da audiência só que se inspirar no visual do recém sucesso de bilheteria Star Wars (1977) cobrava seu preço , sendo a primeira série de TV que custaria mais de um milhão por episodio uma verdadeiro fortuna na época para fazer séries o que culminou com apenas uma temporada em razão dos gastos elevados . "Onde Nenhum Homem Jamais Esteve" tem uma boa estrutura de roteiro já que apresenta um bom antagonista Gary Mitchell (vivido pelo ator americano Gary Lockwood) era amigo de James T Kirk ( William Shatner) ha mais de dez anos sem contar que sua aparência meia de mal caráter já engrossa o fato de que se trata de um vilão . 

"Onde Nenhum Homem Jamais Esteve" contudo não é tão fascinante quanto o primeiro piloto não aprovado , a razão talvez seja justamente o orçamento esse episodio também contou com vários efeitos visuais e cenários utilizados em "The Cage" contudo o planeta Delta Vega possui um visual atraente só que a falta de aligenigenas no planeta deixa ele um pouco inferior a Talos IV (planeta visto no episodio anterior). As filmagens desse episodio
duraram até o dia 28 de Julho de 1965 e dizem que foram bem mais curtas do que "The Cage" que começou a ser filmado em novembro de 1964 indo a meados de dezembro do mesmo ano .

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Sublime Inspiração (The Rocking Horse Winner)



"Sublime Inspiração" é uma adaptação da literatura escrita pelo britânico D.H Lawrence. O filme adaptado cinematograficamente pelo diretor britânico Anthony Pelissier (1912 - 1988) não é um grande filme em razão da sua curta duração, configurando apenas como um filme eficiente no sentido do que pretende mostrar. Paul Grahame (John Howard Davies) pertence a uma família de classe média em Londres que vem passando por dificuldades financeiras. Em razão disso ele decide ganhar algum dinheiro para ajudar sua mãe Hester Grahame(Valerie Hobson). John Howard Davies, filho de um casal de roteiristas, possui o melhor desempenho da produção transparecendo várias facetas de ingenuidade, bondade, ambição, o que acaba contribuindo para que o personagem se torne complexo. Possui alguns erros na escalação de elenco na questão de diferença de idade, como Tio Oscar( vivido pelo britânico Ronald Squire). Como ele pode interpretar o tio de John Howard Davies se a diference de idade para os dois atores é de 52 anos?!. E a cara já enrugada de Ronald Squire deixa uma sensação de artificialismo dele viver o tio de uma criança. É uma produção agradável e sombria na mensagem que tenta passar. Hester Grahame(Valerie Hobson) convence no papel, e suas expressões faciais sempre de preocupação e angustia fazem com que sua personagem não pareça unidimensional.
 
 

A produção tem o selo da Rank Organization, poderosa produtora de filmes britânicos que produziu muitos clássicos naquela época, cujo dono era o britânico Arthur Rank que chegou a comprar o estúdio mais antigo de Hollywood, a Universal, quando Carl Laemmle (o fundador da empresa) deixou que seu filho Carl Laemmle Jr assumisse a chefia do estúdio que culminou na quase falência da empresa.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Cinema Brasileiro irá fechar 2013 com 115 lançamentos




O cinema Brasileiro irá fechar 2013 com nada menos que 115 filmes exibidos no decorrer do ano. É um número bastante elevado se comparado com 2001 a qual 30 filmes foram lançados, com 2002 que teve 35 filmes lançados, com 2003 que teve 30 filmes lançados, com 2004 a qual o numero de lançamentos foi 46 e com 2005 que obteve 42 filmes lançados. No passado já houve a tentativa de se virar indústria com a Vera Cruz no período dos anos 40 aos 50 e houve um certo empenho para que isso ocorresse. Só que nosso país sempre se acomodou com produtos importados. Em 1942 dos 409 filmes lançados apenas 1 era Brasileiro. Esse ano a arrecadação de bilheteria somou 240 milhões e é um ótimo desempenho financeiro se for comparado ao fraco ano de 1992 com um faturamento de 65 mil.

A Lagoa Azul (The Blue Lagoon)




A sessão da tarde foi fundada na emissora Rede Globo no dia 11 março 1974 e certamente "A Lagoa Azul" é o filme mais lembrado pela maioria das pessoas, visto pela maioria dos brasileiros pelo menos uma vez na vida. O jovem diretor Randal Kleiser era um admirador do romance do irlândes Henre De Vele cuja obra foi publicada em 1908 e ganhou outras duas versões para o cinema, afora essa. Acho que o filme em si por mais que seja envolvente e de narrativa fácil, não demonstra estrutura dramática  em carregar o fator de aqueles dois jovens Emmmeline ( Brooke Shields) e Richard (Christopher Atkins) estarem naquela ilha e condenados passar o resto de suas vidas convivendo de forma precária perto de uma aldeia de índios selvagens.

Paddy (vivido pelo australiano Leo Mckern) é o melhor personagem da pelicula, já que possui uns trajetos cômicos e uma cara mal-humorada, aliada ao fato de que quando ocorre o naufrágio no navio ele ser responsável pelos cuidados com as duas crianças. O roteiro do americano Douglas Day Stewart tenta também apresentá-lo como um anti-heroi, com ele dando chineladas em uma das crianças, para logo depois ser responsável pela educação de sobrevivência dos dois primos.  Quando ocorre sua morte, ainda no primeiro ato, o telespectador poderá ser sensivelmente tocado  graças ao bom trabalho do roteiro que se preocupa em desenvolver-se de maneira eficiente, ainda que por pouco tempo .

Ganhou o Framboesa de Ouro de pior atriz Brooke Shields. Teve um bom desempenho financeiro tendo um custo de quase 5 milhões e uma arrecadação de 58 milhões apenas nos Estados Unidos, o que obviamente resultou em uma continuação devido a esse retorno financeiro. "De Volta a Lagoa Azul"(1991) que tinha a jovem Ucraniana Milla Jovovich,  contou com uma verba de 11 milhões e um faturamento de apenas 2 milhões nos Estados Unidos enterrando as possibilidades de uma continuação.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Smallville - O aperto de mão (Hug)



“Hug” é um episódio  que funciona como metáfora  à  honestidade.  Temos Bob Rickman( Rick Peters),  ganancioso executivo que foi atingido pela queda de meteoros de 12 anos atrás  e que  com isso ganhou o poder de “basta um aperto de mão”  que qualquer pessoa fica  sob o seu comando, obedecendo todas as suas ordens. Somos apresentados a  Kyle Tippet (Gregory Sporleder), que vive isolado  do mundo a sua volta,  por  ter  valores  éticos e morais.  Ele   foi atingido pela mesma radiação que Bob  e  não quer usar isso para conseguir proveitos de forma errada. 

Tanto Bob quando Kyle,  são personagens que poderiam ganhar sua própria  série de TV  que possuem poderes interessantes o suficiente para durar várias temporadas e sustentar a audiência.  Todavia,  no curto tempo de projeção eles dividem  as tomadas com  vários outros personagens,  sem terem  tempo de mostrar o Flash Back que causou o fim da amizade entre os dois .

O roteiro também tenta fazer uma ligação de  amizade, mostrando  que  Kyle e Bob tem muito em comum com Lex (Michael Rosenbaum) e Clark (Tom Welling), eles discutem isso em uma cena bem orquestrada pelo diretor Chris Long. 

sábado, 5 de outubro de 2013

Smallville - O Mistério ( Shimmer)



Azura  Skye (Amy Palmer) é  apaixonada por Lex Luthor (Michael Rosenbaum) e  mora com sua mãe e seu irmão,  também na propriedade dos Luthor., como caseiros. A mansão, que fica no canada também serviu de cenário para a série X-Men . O episódio tenta explorar a linha de amizade de Clark (Tom Welling) com Lex. Também tenta  nos seus 40 minutos,  incutir aquela trama que estamos familiarizados  nas novelas: empregada se apaixonar pelo patrão. Mas isso é mostrado  de maneira veloz pela questão do tempo .

É justamente nesses poucos minutos  que prejudicam  o episódio, que somos apresentados a Azura Skye e Jeff Palmer (Kett Turton). Esse último,  claramente complexado durante boa parte da sua vida,  fica enraivecido quando sua família é demitida por Lex Luthor em razão de Azura ter  roubado seus pertences,  tendo então que enfrentar a dura realidade lá fora.  Na hora do clímax final entre Jeff  Palmer e Lex na mansão Luthor,  a cena  carece de diálogos mais  fortes para que as motivações de Palmer ganhem  o coração do telespectador (mesmo ele sendo o antagonista do episodio).Afinal de contas ele dependia financeiramente do salário dado pela  família Luthor,  deixando-o unidimensional.

“Shimmer” ainda tem em  seus atributos  dar charme ao romance de Clark com Lana (Kristen Kreuk). A cena do por do sol tem diálogos bem escritos  e as escolhas sonoras das músicas conseguem dar  emoção para quem estiver assistindo .




quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Smallville - O mal caráter (Rogue)


Rogue é um episódio interessante pois é muito focado no lado psicológico . Sam Phelan (Cameron Dye),  é um homem que tenta chantagear a família de Clark,  depois que descobre seus poderes. É um episódio importante pois, é o primeiro em que temos um bandido querendo expor os poderes de Clark (Tom Welling) para a mídia. Sam Phelan poderia ter ganho  sobrevida em mais episódios, já que os seus objetivos contém um certo nível de tensão,  que nenhum outro vilão apresentou até o nono episódio da primeira temporada.

Para completar,  a fisionomia do ator que o interpreta o vilão -  Cameron Dye, é a caricatura de uma pessoa má.  Qualquer telespectador que o vislumbre na primeira tomada,  já percebe que é uma pessoa de índole ruim.  Sam Phelan é o primeiro inimigo até aqui,  que não tem super poderes, atormenta o herói pelo seu lado psicológico. Contudo,  o roteiro de Mark Verheiden contém algumas falhas (que também  tem  em outros episódios que não possui sua assinatura).  Sam Phelan entrando na fazenda dos Kent onde Clark ( passa seu tempo livre) será que não tem nenhuma  fechadura para impedir estranhos de entrarem nesse lugar possivelmente privado?




sábado, 28 de setembro de 2013

Smallville - No Limite ( Jitters)



“Nervosismo”  é um episódio incutido em mistério na primeira temporada e  cumpre bem uma ótima missão:  de fazer com que o telespectador fique confuso sobre o que está vendo .  Earle Jenkins ( Tony Todd) é um homem que perdeu tudo devido a uma radiação que o deixou com um problema de tremedeira,   decorrendo  disso  ele perder esposa e filho.   O roteiro tenta apresentá-lo de uma maneira com que o público analise que não se trata de um cara mal,  ele tentando  ver seu filho no berço .  Só que,  o diretor Michael W. Watkins falha em não incluir uma música que cause emoção sob quem estiver vendo. Earle Jenkins  é um personagem com participação especial,o público não tem uma conexão com ele,  então apresentá-lo em uma suposta cena emocional,   sem uma música é  uma  tremenda  falha.

Outra falha no roteiro são  as falas de Clark(Tom Welling). “Earle Jenkins era alguém próximo da família”  e em nenhum momento isso é manejado bem.   Por mais que  Earle esteja doente e sofrendo ele trata Clark e seu pai Jonathan Kent (John Schneider)  como completos  estranhos . Só que a direção de arte monstra  a  Luthor Corp como um lugar fascinante,   sobretudo
o chamado Nível 3,  onde acontece uma grande cena de ação,  que deve ter dado muito trabalho tecnicamente falando.  


Lionel Luthor (John Glover) também é talentoso o bastante. Para mostrar o cara mal que é,  o ator americano exibi apenas em  sua fisionomia a total despreocupação  quando Lex Luthor ( Michael Rosenbaum) entra na fábrica perigando perde sua vida.Lionel Luthor foi criado especialmente para  a série pelo produtores Alfred Gough e Miles Millar.  Ele  não está  presente desde o inicio da mitologia do Superman como seu  filho Lex Luthor que existe desde 1940.  


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Smallville - Desejo (Craving)



Esse episódio funciona como uma espécie de sátira ao preconceito exercido pelas mulheres com aparência um pouco obesa.  Jodi Melville (Amy Adams) é uma pessoa  complexada por sua obesidade, só que assim que tem contato com as pedras de Krypton seu corpo passa a ter mudanças e seu caráter também .

Amy Adams coincidentemente interpretou Lois Lane no “Homem de Aço” e aqui sua personagem serve apenas para encher linguiça (carece de diálogos mais bem escritos para desenvolve-la).O destaque do episódio fica pela obsessão de Lex Luthor (Michael Rosenbaum) em saber o que há de tão estranho nas pedras que atingiram Pequenópolis.  Um destaque na direção de arte é que por mais que até aqui Lex seja uma pessoa bem intencionada (ao contrário do seu pai) suas roupas sempre escuras ressaltam o caminho ambíguo que ele tá destinado a ter (o qual todos sabem
qual é).


Smallville - Destino (Hourglass)



O sexto episódio da primeira temporada de  Smallville é bem escrito no quesito em inserir poderes interessantes aos personagens que terão participação esporádica na série.  Old Harrt(George Murdock) tem o poder de ficar mais jovem  enquanto
Cassandra Carver (Jackie Burroughs) pode prever o futuro.

A história até aqui vem demonstrando que boa parte das pessoas que foram afetadas  pela queda de meteoritos tem índole para o mal,  o que acaba soando como um certo furo para a série,  já que Pequenópolis  possui um transparecer de cidade bem calma,  com pouca violência,  o que deixa uma marca irônica para a série .

Contudo, o roteirista Doris Egan sabe aproveitar bem a introdução nesse episódio- de prever o futuro.  Coloca presságios de que Clark (Tom Welling) irá perder muitos entes queridos ao longo da vida,  fazendo com que o telespectador na época se sentisse instigado com os episódios que veriam em seguida .

Mas, o maior acerto do roteiro  foi ter mostrado o futuro sombrio de Lex ( Michael Rosenbaum ) e em seguida Cassandra Carver morrer de maneira misteriosa. Foi uma decisão criativa e  eficaz . 

terça-feira, 24 de setembro de 2013

Smallville - Encontro ( Cool )


“Cool” é o primeiro episodio que se  esforça para mostrar o bom caráter de Lex Luthor (Michael Rosenbaum) que está  disposto a ajudar na situação financeira da família Kent  tentar se aproximar de Clark (Tom Welling) e de Lana Lang ( Kristen Kreuk). São situações como essa que faz com que o personagem ganhe a empatia do público (boa parte do público já sabe quem ele irá se tornar) . Então isso acaba contribuindo de uma boa maneira a implementar charme na série .

O vilão com super poderes desse episodio é Sean Kelvin ( Michael Coristine) que é extremamente desinteressante .  Após cair em uma geleira , seu corpo acaba sofrendo os efeitos colaterais e ele acaba tendo o poder de transformar tudo em gelo (a queda dos  meteoritos de Krypton de 12 anos atrás estaria envolvida nisso ?) o roteiro não se dá ao trabalho de explicar . Quem não tiver visto os episódios anteriores ficara perdido nesse .

Um coisa bem construída em torno  da primeira temporada é o clima de romance adolescente entre Lana e Clark que é bem implementada através de ótimas músicas juvenis. Por mais que Tom Welling na época das filmagens tivesse 23 anos o seu personagem devia ter bem menos , por conta dos 12 anos que separam o presente da queda de meteoritos  que teve grande impacto sob Pequenópolis. Isso creio eu tenha ocorrido para atrair o público juvenil para a série. Ironicamente conforme o personagem amadurecia e passava para a fase adulta o público ia diminuindo.




segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Smallville Visões de Raio-X (X-Ray)



Esse episódio “X-Ray” é um episódio de descobertas.   Lana Lang (Kristen Kreuk) descobre algumas a respeito do passado de sua mãe   e Clark Kent (Tom Welling) começa a achar novo poder por ser  filho de Krypton.  O diretor James  Frawley é hábil em incluir na primeira cena Lex Luthor assaltando um banco,  o que faz com que o telespectador questione durante alguns minutos como uma pessoa rica como Lex se submeteria a  isso.  Daí somos apresentados a Tina Greer ( Lizzy Caplan) que tem o poder de se transformar no que  quiser graças a crise de meteorito de 12 anos atrás que trouxe Clark a terra .

Não acho que tenha sido uma boa ideia terem colocado  a crise de meteorito Como causadora de mutações nas pessoas.  Isso significa que tudo que vier de Krypton ocorrera isso?  Também acredito que foi uma falha Tina Greer  tentar  arremessar Clark duas vezes:  uma pela  janela e outra na sua fazenda.  Será que durante esse tempo ela não racionalizou que ele não é um humano comum,   depois dela ter arremessado ele duas vezes e ele sair ileso ?

O roteiro tenta explorar bem o fato de Tina Greer poder se transformar em quem quiser. O diretor James Frawley tenta fazer o possível para que o telespectador creia  estar vendo Lana Lang,  Lex Luthor e Rose Greer (Beverley Breuar)  antes de se  transformar  em Tina Greer ,  incutindo sabiamente uma camada de suspense ao episódio . 

domingo, 22 de setembro de 2013

Smallville - Hothead



Walt Arnold  não é um bom vilão.  Para começar,  a aparência palpada  e gorda do ator Dan Lauria ajuda a deixar um veia cômica na sua figura. Não acho que era necessário os realizadores da serie sempre se preocuparem em introduzir um vilão a cada capitulo.  Com o tempo gasto com esses personagens,  poderiam
desenvolver melhor os personagens fixos da atração .

Nesse episódio  é visto uma dualidade entre Lex Luthor (Michael Rosenbaum) e Lionel Luthor (John Glover). Lionel está interessado em demitir funcionários da empresa,  enquanto Lex é totalmente contra os princípios do pai, pois isso tiraria o sustento de várias famílias que dependem da corporação.  Aí é visto um  principio de caráter.  O filho Lex é bem intencionado,  enquanto seu pai não.  Com uma trama interessante dessas,  os roteiristas Alfred Gough E Miles Millar (também produtores ) preferem gastar boa parte do tempo enfocando um treinador de futebol com super poderes. Daí  já sabermos qual será o fim da história graças a forma roteirista de se trabalhar com os dois episódios anteriores.



Smallville - Metamorfose ( Metamorphosis )


Greg  Arkin,  que é vivido pelo canadense Chad  Donella, é um grande vilão.  O ator Chad Donella compõe o personagem com uma cara de nerd fracassado e fisionomia de psicopata.  Daí, assim que somos apresentados a ele já sabemos que se trata de uma ameaça .

Capaz de matar a própria mãe depois de sofrer uma mutação e amigo de infância de Clark Kent (Tom Welling),  o personagem é um adversário formidável.  Pena que o roteiro tenta diminuir o seu nível de ameaça,  já que ele é vencido já no 2º episódio.  A relação de amizade entre Lex (Michael Rosenbaum) e Clark Kent aumenta.  Lex Luthor começa a farejar algo estranho em Clark, questionando  a capacidade dele ter salvo a vida de duas pessoas
em tão pouco tempo .

Também acredito que se Greg Arkin fez parte da infância de Clark,  então um flashback era no mínimo coerente para dar mais emoção ao público e mostrar  a relação de Greg com sua mãe,  se eles tinham um relacionamento difícil ou não.  Isto teria deixado o personagem com mais complexidade  e menos superficial idade.  No final das contas ele acaba sendo apresentado ao público apenas como o vilão do dia .



Smallville Piloto - Pilot



Bem antes do desenvolvimento de Smallville , a ideia descartada na época e concebida pelo roteirista Tim McCanlies, é que seria uma série de TV retratando a juventude do jovem Bruce Wayne mostrando sua amizade com Harvey Dent . O projeto não chegou a ser filmado mas o script do piloto foi escrito. Se dando conta da popularidade do morcego e traumatizada pelos filmes de Joel Schumacher, que tinham sido produzidos á  pouco tempo, a Warner Bros decidiu engavetar o projeto.

Como segunda opção ficou o segundo herói mais popular da DC “O Superman” .  Smallville estreou no dia 16 de outubro de 2001. Com um orçamento de 5 milhões o piloto é muito bem produzido e a queda dos meteoritos de Krypton é extremamente eloquente parecendo uma produção  de Hollywood de orçamento enxurrado.  Só que ocorre alguns deslizes no decorrer da projeção de David Nutter que como diretor é incapaz de criar emoção quando Clark Kent (Tom Welling) descobre que seus pais são de outro planeta . Outro ponto que torna a cena fraquíssima é a desenvoltura de Tom Welling que, quando seu personagem descobre essa reviravolta na sua vida, fica com uma cara insossa como se tivesse acabado de acordar de uma noite de sono .

Um ponto positivo tomado pelos roteiristas da série é apresentar Lex Luthor (Michael Rosenbaum ) como amigo de Clark Kent desde o piloto e arqui-inimigos no final da décima temporada. Quem conhece a mitologia do herói sabe que Lex Luthor é para o Superman o que Coringa é para o Batman. Construindo o personagem dessa forma ajuda a torna-lo trágico. O piloto estreou na Warner Channel com 8 milhões de telespectadores e foi muito bem recebido pelo público na época . O piloto também possui uma boa camada de sub tramas, o que lógico é essencial ir criando as lacunas dos outros 216 episódios da série .


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Marcha de Heróis ( The Horse Soldiers)



 Produzido pela Mirisch Company - empresa de produção que produziu filmes até 1998. “Marcha de heróis “ é um filme de faroeste bem determinado.  Baseado no romance de Harold Sinclair, o filme começa com os ianques treinando o seu pelotão para invadir territórios.  Coronel Marlowe (John Wayne),  é um homem bem respeitado dentro do seu oficio, embora se fosse        interpretado por outro ator a faceta do personagem poderia
mudar drasticamente pois se trata de um vilão. O contorno da cara de John Wayne acaba se transformando em um anti herói devido ao excesso de heróis do velho-oeste que o ator interpretou em sua grande carreira .

O fato do filme ter uma única personagem feminina,  vivida por  Constance Towers (ainda viva),  ajuda a dar uma camada romântica e mais humana a projeção . Os objetivos dos  ianques  no decorrer  da historia é muito voltado para a guerra, com  diálogos eruditos, havendo conhecimento histórico é que vai se compreender melhor. Hanna Hunter (Constance Towers) é   quem guia o público,  já que a historia gira quase nos seus ombros .

Também é interessante observar as habilidades dos roteiristas John Lee Mahin e Martin Rackin (ambos também produtores do filme) em fazer com que Hanna Hunter se apaixone de maneira eloquentemente sutil pelo Coronel Marlowe,  fazendo com que quando essa dinâmica ocorra o público praticamente não se questione como ela veio a se apaixonar por ele,  já que a poucos minutos atrás ela o detestava por tê-la sequestrado.  Um belo
trabalho de roteiro .

Esse filme marcou também o último trabalho do dublê Fred Kennedy que morreu de maneira precoce enquanto fazia uma cena de alto risco.  Foi dublê em 19 filmes os quais em grande parte eram trabalhos de John Ford. A cena na qual ele deu a vida foi mantida no filme, contudo  as filmagens após sua morte foram paralisadas sendo concluídas na Califórnia


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Atores de peso disputam papel no novo Star Wars











O nível de empolgação para estar no próximo “Star Wars” está atraindo atores de todas as idades dentro da indústria. Chloe Moretz, chegou a ser indagada sobre isso e disse que seu interesse é tanto que pode ligar para o diretor J.J Abrams se oferecendo. Outro astro Will Smith chegou a gravar um vídeo ao lado do indiano M . Night Shyamalan dizendo que seu amor pelo cinema começou depois que assistiu o primeiro Star Wars (1977) e também se oferecendo para estar na aguardada produção. Os testes para os personagens principais estão ocorrendo em Londres, esperasse que atores desconhecidos do grande público consigam os disputados papéis. Como correu em meados dos anos 70, os jovens atores escolhidos não eram conhecidos do grande público. Mark Hamill só conseguiu o almejado papel depois que Robert Englund ( O Freddy Krueger), compareceu as salas de testes de elenco e decidiu contatar seu amigo na época Mark Hamill para fazer testes também. Os primeiros testes com efeitos visuais da nova produção começam agora em agosto, o que não é de surpreender devido a pressa de entregar o produto finalizado já para 2015. Os três últimos filmes levaram em média 19 meses pós – produção ( contando as benditas refilmagens que se tornaram comuns no processo de finalização dos três últimos filmes).

terça-feira, 21 de maio de 2013

Os 36 anos de Star Wars






Star Wars despertou um profundo impacto sobre mim quando tinha 13 anos, hoje em dia isso não ocorre por estar familiarizado com os seis filmes da saga. As filmagens de “Uma Nova Esperança”, que foi batizado assim após ser relançada a trilogia clássica para o formato digital, em que iria melhorar os efeitos visuais. Na época a ILM não poderia fazer isso seja por falta de tempo ou de dinheiro. George Lucas foi criado na televisão, ir ao cinema não teve um impacto muito grande quando era criança e isso passou a vigorar melhor quando entrou na faculdade. Ele começou a escrever o roteiro de Star Wars em fevereiro de 1972 e durante esse tempo devorou o máximo de literatura que podia, só que ironicamente em maio de 1973 só havia escrito 13 páginas. Foi extremamente difícil realizar o projeto na pré produção. A Fox entregou 3 milhões de dólares de orçamento, só que estava bem claro pelas ilustrações do desenhista Ralph Mcquarrie que teria que entrar mais dinheiro no jogo.


As filmagens de “Uma Nova Esperança” começaram no dia 22 de março de 1976, na Tunísia - África do Norte. As condições eram muito problemáticas, todo mundo se queixava do calor. Só que era o vencedor do Oscar - Alec Guinness que dava o melhor exemplo de profissionalismo no set, sendo cordial com todo mundo. Seu personagem Obi-Wan iria permanecer vivo até o fim do filme, só que George Lucas decidiu mudar isso na história em plena filmagem, tendo em vista que o personagem em determinado ponto da narrativa já não era mais importante na trama. Quando as filmagens em Londres já estava em estágio avançado, os executivos da Fox mandaram imediatamente parar tudo que tinham gravado porque já haviam ultrapassado o orçamento. Aland Ladd Jr, filho do ator Alan Ladd, teve papel importantíssimo nesse quesito, argumentando para os executivos “que era o melhor filme já feito”. Devido a pressão que sofreram da Fox em acabar logo de filmar, a equipe se dividia em três unidades com o objetivo de finalizar as filmagens o mais rápido possível.

A Fox queria lançar em dezembro de 1976, só que estava bem claro que não iriam conseguir. A equipe da ILM trabalhavam nos últimos momentos da pós produção 24 horas por dia e todos os dias da semana. Durante um momento da pós produção George Lucas conseguiu dinheiro extra de Alan Ladd Jr, para filmar durante duas semanas algumas cenas que por empecilhos de dinheiro e tempo ele não conseguiu concretizar durante as filmagens oficiais. Na época, Ficção Científica não era um gênero de faturar dinheiro, ninguém acreditava que o filme teria sucesso de crítica e público. Durante as exibições testes para amigos de George, não havia aplausos, ninguém entendia direito o sentido disso, George acreditava que seria categorizado como um filme infantil de Walt Disney e que faria uns 8 milhões na bilheteria. O filme estreou no dia 25 de Maio de 1977 e arrecadou 460 milhões só nos Estados Unidos, um valor que hoje com a inflação corresponde a mais de um bilhão. É obvio que tudo que faz sucesso aparece imitadores, como “Mercenários da Galáxia”, de Jimmy Murakami que embora seja divertido não possui a elegância e a profundidade do Universo de Star Wars e acabou se tornando um fracasso de crítica e de público.


quinta-feira, 16 de maio de 2013

Paul Newman



Um dos atores mais carismáticos da sua geração, Paul Newman teve uma carreira que de início parecia que iria perdurar pouco. “O Cálice Sagrado” foi alvo de tremendas críticas negativas. A performance de Newman, foi esquartejada e ele teve que escrever um anúncio em um veiculo pedindo desculpas pela sua performance. Newman pretendia dirigir uma peça quando soube que tinha câncer no pulmão e que era fatal, ainda soltou gracinhas dizendo que iria se encontra com James Dean “no inferno”. A humildade sempre fez parte da vida do ator. Preocupado com o meio ambiente um jornalista o indagou sobre o motivo de se preocupar tanto com isso e ele simplesmente disse que era pelos seus filhos.


Afora o cinema era apaixonado por carros. Perdeu o filho precocemente em razão das drogas o que o inspirou a fundar uma companhia de pessoas viciadas. Foi amigo de Charlton Heston, só que a amizade acabou em desavença em razão do apoio do colega a Richard Nixon. Nixon ainda o coroaria na lista de inimigos e Newman respondeu que isso foi uma das maiores honrarias que já receberia na vida. Na direção faria alguns filmes como “Uma Lição Para Não Esquecer”, em “Blaze – O Escândalo” faria um papel de político totalmente anti moralista, uma atitude ousada como ator já que seu casamento com a atriz Joanne Woodward duraria cinquenta anos sem nenhum relato de traição. Em 1987 ganhou o Oscar de melhor ator por “A cor do dinheiro”. Naquela época muitos achavam que sua carreira já tinha dado o que tinha que dar. Pouco tempo depois com “O indomável – assim é minha vida”, Newman seria indicado novamente ao Oscar, mas perderia para Tom Hanks por “Forrest Gump”. Contudo ganharia o Urso de Prata em Berlim por esse papel. O semblante de humildade de Newman fez com que ele não desistisse de “Butch Cassidy”. produção que iria atuar ao lado de Steve McQueen, só que ele desistiu porque ambos eram mega astros e uma certa temerosidade em atuar com um rival do mesmo patamar que ele fez com que McQueen , abandonasse o projeto. Newman ainda fundaria uma empresa de alimentos que faria com que ele ganhasse mais dinheiro do que com seus filmes. Através dessa empresa doou 250 milhões de dólares a caridade e como se isso não bastasse, foram 100% dos lucros da empresa para filantropia. Ainda chegou a ser irônico em entrevista dizendo que como essa empresa de alimentos conseguiu extrair mais dinheiro do que o ramo que escolheu como ator, Paul Newman será eternamente lembrado não só pelos seus filmes como também pelas suas inúmeras qualidades.


segunda-feira, 13 de maio de 2013

Querida , Encolhi as crianças ( Honey, I Shrunk the Kids)


No dia 28 de Maio de 1933 através de um texto no The New York Times, foi descoberto que as crianças costumam carregar três vezes mais emoção assistindo um filme, que um adulto. Isso foi um estudo proporcionado através das tecnologias da época. Quando assisti esse filme no SBT foi muito impactante, coisa que hoje adulto o filme não conseguiria mais extrair de mim. Na história um cientista chamado Wayne( Rick Moranis) tem como principal inspiração Albert Einstein e quer construir uma máquina capaz de fazer qualquer produto diminuir de tamanho (ambicionando obviamente ganhar o Nobel , em cima de sua invenção ). Só que as coisas dão errada e seus filhos e vizinhos acabam sendo vitimas do experimento.

Rick Moranis, se aposentou em meados dos anos 90 para cuidar dos filhos já que sua esposa havia falecido. O que se tem da sua persona hoje como ator é apenas um espirito saudosista, já que o ator exibi uma certa dificuldade em exibir dramaticidade para esse e qualquer personagem que já tenha interpretado (pelo menos que tenha visto). E claro, em nenhum momento acreditamos que Wayne esteja estruturalmente abalado por ter feito seu sonho científico abalar a vida dos seus filhos.

Contudo os atores Amy O Neill e Thomas Wilson conseguem injetar as melhores qualidades no filme. Ambos atores carismáticos que exibem fisionomia dramática no momentos necessários. Sem falar que as cenas em que estão miniaturizados na beira da “selva”, que não é nada mais que o jardim da própria casa deles. É extremamente realista graças a todo o cuidado da direção de arte em fazer tudo aquilo ser palpável. A cena da formiga enaltecidamente grande e realista é um exemplo de como para nós um inseto desses não significa nada, mas para eles significa uma dimensão de perigo, o que acaba sendo transmitindo para o telespectador também. O que de fato esses momentos da narrativa em que estão miniaturizados merecem aplausos, é pela imersão de perigo e devaneios que a produção transmiti para o público.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Os Vilões da nova trilogia de Star Wars

                                                                    Darth Maul

Darth Maul, é uma verdadeira caracterização do que representa maldade. Não pela suas ações, já que se for julgar por isso em si, é um mero capanga de Palpatine. No Universo expandido chegou a sobreviver aos eventos de “A Ameça Fantasma “ como é mostrado no desenho de animação em CGI “Guerras Clônicas” de Dave Filoni. Só que acabou sendo morto pelo seu ex-mentor através de lampejos de eletricidade. Também há relatos que durante o período do Império ele tenha ido se vingar de Obi-Wan em Tatooine. Desde cedo foi criado para ser uma máquina de guerra e existem relatos de que houve uma certa pressão dos fãs para o Sith aparecer no segundo episódio “Ataque dos Clones”, só que George Lucas se manteve relutante em não abraçar essa ideia .


Conde Dooku já foi um cavaleiro Jedi e discípulo do Mestre Yoda. Se a ideia da Disney do Spin-Off de Yoda se realizar, o personagem certamente aparecerá jovem em algum momento da série. Não foi o mentor das guerras clônicas, mais foi o grande líder da Confederação do Comércio durante os três anos de conflito. Nas cenas não utilizadas de “A Vinganças dos Siths” que foram cortadas na sala de edição ou ainda no script havia uma cena chave onde Palpatine sendo “refém”, avisa ao seu aprendiz que seus crimes serão perdoados quando se tornar Imperador, dando um golpe na república , antes de Anakin e Obi-Wan emergirem no andamento da cena. Quando foi vivido pelo lendário britânico Christopher Lee pela segunda vez, praticamente todos os seus movimentos tiveram que ser feitos pelo seu dublê, inserindo-se o rosto de Lee digitalmente .



Conde Dooku


General Grievous foi apresentado ao público na série de TV de Genndy Tartakovsky Guerras Clônicas na série sua caracterização era bem mais ameaçadora surgindo em cena e matando vários cavaleiros Jedi de forma extremamente cruel e ameaçadora . Sua caracterização em “A Vingança dos Siths” ficou muito a deve em parte porque empregaram um certo tom cômico ao personagem e por ser um filme com um sobrepeso muito grande de coisas para serem contadas em pouco tempo . Está na lista de candidatos da Disney a ganhar spin-off já que uma das coisas determinadas pelo estúdio é de ser um personagem conhecido do grande público . Nas HQs existem várias cenas que ficariam bonitas no audiovisual como jovens cavaleiros Jedi se tornando seus reféns . George Lucas foi quem determinou sua criação e seu visual já que ele queria uma espécie de gênese do que Anakin veria se tornar .

General Grievous